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	<title>Liderans Seguros</title>
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	<description>Especialista em gestão estratégica de seguros e benefícios</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 14:49:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Liderans Seguros</title>
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		<title>Por que saúde mental deixou de ser apenas bem-estar e passou a ser indicador estratégico nas empresas</title>
		<link>https://liderans.com.br/por-que-saude-mental-deixou-de-ser-apenas-bem-estar-e-passou-a-ser-indicador-estrategico-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedrojunior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 18:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo, a saúde mental no ambiente corporativo foi tratada como um tema secundário, normalmente associado a ações de qualidade de vida, campanhas internas ou iniciativas isoladas de bem-estar. Embora importante, o assunto raramente fazia parte das decisões estratégicas das empresas ou dos indicadores acompanhados pela liderança. Esse cenário mudou. Com o aumento expressivo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante muito tempo, a saúde mental no ambiente corporativo foi tratada como um tema secundário, normalmente associado a ações de qualidade de vida, campanhas internas ou iniciativas isoladas de bem-estar. Embora importante, o assunto raramente fazia parte das decisões estratégicas das empresas ou dos indicadores acompanhados pela liderança.</p>



<p>Esse cenário mudou. Com o aumento expressivo dos afastamentos relacionados a transtornos emocionais e a atualização da NR-1, a saúde mental passou a ocupar uma posição central na gestão corporativa. Hoje, ela está diretamente ligada à produtividade, ao compliance trabalhista, à sustentabilidade financeira e à retenção de talentos.</p>



<p>O crescimento dos casos de ansiedade, burnout, estresse crônico e depressão trouxe impactos concretos para as organizações. Empresas convivem cada vez mais com aumento do absenteísmo, queda de performance, presenteísmo, rotatividade elevada e desgaste organizacional. O que antes era tratado apenas como uma questão humana passou também a ser um fator operacional e financeiro.</p>



<p>Nesse contexto, a nova abordagem da NR-1 representa uma mudança importante. A norma reforça a necessidade de identificar, avaliar e monitorar riscos psicossociais dentro das empresas, incluindo fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sobrecarga de trabalho;</li>



<li>Pressão excessiva por resultados;</li>



<li>Ambiguidade de funções;</li>



<li>Assédio moral;</li>



<li>Falta de segurança psicológica;</li>



<li>Jornadas prolongadas;</li>



<li>Desequilíbrio entre vida pessoal e profissional.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Na prática, isso significa que a saúde mental deixou de ser tratada apenas após o adoecimento. O foco agora está na prevenção, monitoramento contínuo e gestão de riscos.</p>



<p>Com essa transformação, empresas começam a incorporar indicadores relacionados à saúde emocional em seus processos de gestão. Entre os principais KPIs acompanhados atualmente estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Taxa de afastamentos relacionados à saúde mental;</li>



<li>Índices de absenteísmo e presenteísmo;</li>



<li>Níveis de engajamento;</li>



<li>Segurança psicológica das equipes;</li>



<li>Retenção de talentos;</li>



<li>Indicadores de clima organizacional.</li>
</ul>



<p></p>



<p>O presenteísmo, inclusive, tem chamado atenção das organizações. Diferente do absenteísmo, onde o colaborador se afasta, o presenteísmo acontece quando o profissional permanece trabalhando, mas com sua capacidade emocional e cognitiva comprometida. Isso impacta diretamente produtividade, tomada de decisão, criatividade e relacionamento entre equipes.</p>



<p>Ao integrar dados, saúde ocupacional e gestão estratégica, as empresas passam a ter maior capacidade de antecipar riscos e identificar sinais de desgaste antes que o adoecimento se agrave. Essa visão preventiva permite criar ambientes mais saudáveis, reduzir custos operacionais e melhorar a performance organizacional.</p>



<p>Mais do que ampliar acesso a suporte psicológico, o desafio atual está em revisar estruturas internas que contribuem para o desgaste emocional. Isso envolve liderança, cultura organizacional, comunicação, distribuição de demandas e modelos de gestão.</p>



<p>A tendência é que a saúde mental se consolide como um dos indicadores mais relevantes dentro das empresas nos próximos anos. Organizações que não acompanharem essa transformação podem enfrentar aumento de custos, dificuldades na retenção de profissionais e impactos diretos em produtividade e reputação.</p>



<p>Hoje, saúde mental já não é apenas um diferencial competitivo. Ela se tornou parte essencial da sustentabilidade e da eficiência das empresas.</p>



<p><em><strong>Fonte:</strong> Medicina S/A.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela avanço da inadimplência e retenção de pagamentos no setor da saúde</title>
		<link>https://liderans.com.br/pesquisa-revela-avanco-da-inadimplencia-e-retencao-de-pagamentos-no-setor-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedrojunior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo sobre Planos de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (ABRAIDI) acendeu um alerta importante para o mercado de saúde suplementar. Segundo a pesquisa anual da entidade, o volume de pagamentos pendentes, atrasados ou não realizados por hospitais e operadoras de saúde atingiu R$ 5,787 bilhões em 2025 — o maior [&#8230;]]]></description>
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<p>Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (ABRAIDI) acendeu um alerta importante para o mercado de saúde suplementar. Segundo a pesquisa anual da entidade, o volume de pagamentos pendentes, atrasados ou não realizados por hospitais e operadoras de saúde atingiu R$ 5,787 bilhões em 2025 — o maior valor registrado desde o início do monitoramento, em 2017.</p>



<p>Os números mostram uma escalada contínua nos últimos anos. Em 2021, o montante era de R$ 1,7 bilhão. Em 2022, subiu para R$ 2,3 bilhões. Já em 2023, alcançou R$ 4 bilhões, chegando a R$ 4,6 bilhões em 2024 até atingir o patamar atual.</p>



<p>O impacto financeiro vem pressionando empresas do setor. De acordo com a pesquisa, 64% das companhias precisaram recorrer a empréstimos bancários para manter suas operações em dia, enquanto os atrasos e retenções comprometeram cerca de 36% do faturamento dessas organizações.</p>



<p>Os R$ 5,787 bilhões identificados no estudo estão divididos em três principais frentes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>R$ 2,077 bilhões relacionados à retenção de faturamento, situação em que hospitais ou operadoras impedem a cobrança mesmo após procedimentos previamente autorizados;</li>



<li>R$ 167,17 milhões em glosas consideradas indevidas, quando pagamentos são adiados apesar da autorização já concedida;</li>



<li>R$ 3,543 bilhões em inadimplência direta.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Segundo Sérgio Rocha, presidente da ABRAIDI, as glosas e atrasos já fazem parte da rotina de muitas empresas do setor. O estudo aponta que 74% das companhias sofreram algum tipo de glosa, e em 35% dos casos as contas já haviam sido previamente aprovadas.</p>



<p>O cenário da inadimplência também preocupa pela velocidade de crescimento. Em comparação ao ano anterior, o aumento foi de 71%. Para efeito de comparação, o saldo registrado foi de R$ 708 milhões em 2021, R$ 950 milhões em 2022, R$ 1,422 bilhão em 2023, R$ 2,069 bilhões em 2024 e agora ultrapassa R$ 3,5 bilhões.</p>



<p>Além do crescimento expressivo, o levantamento aponta impactos diretos na sustentabilidade financeira das empresas. Segundo a entidade, o valor não recebido representa aproximadamente 22% de todo o faturamento gerado pelas companhias do setor em 2025.</p>



<p>Outro ponto destacado pela pesquisa envolve o prazo médio para liberação de faturamento. Em alguns casos, hospitais e operadoras levaram cerca de 170 dias para autorizar a emissão de notas fiscais e cobranças referentes a procedimentos já realizados.</p>



<p>Para a ABRAIDI, esse cenário aumenta a pressão financeira sobre fornecedores e empresas da cadeia da saúde, especialmente em um ambiente econômico marcado por juros elevados e baixo crescimento. A entidade alerta que muitas organizações acabam assumindo riscos financeiros e operacionais para manter suas atividades funcionando.</p>



<p>Os dados completos da 9ª edição do estudo foram apresentados durante fórum promovido pela ABRAIDI em abril.</p>



<p><em><strong>Fonte:</strong> Medicina S/A.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A demora do plano de saúde também pode representar descumprimento contratual</title>
		<link>https://liderans.com.br/a-demora-do-plano-de-saude-tambem-pode-representar-descumprimento-contratual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pedrojunior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo sobre Planos de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão sobre medicamentos e tratamentos de cobertura imediata tem ganhado cada vez mais relevância no setor de saúde suplementar. Hoje, o problema não está apenas nas negativas explícitas das operadoras, mas também na demora excessiva para análise e autorização de procedimentos. Em muitos casos, o atraso acaba produzindo o mesmo impacto de uma recusa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A discussão sobre medicamentos e tratamentos de cobertura imediata tem ganhado cada vez mais relevância no setor de saúde suplementar. Hoje, o problema não está apenas nas negativas explícitas das operadoras, mas também na demora excessiva para análise e autorização de procedimentos. Em muitos casos, o atraso acaba produzindo o mesmo impacto de uma recusa formal.</p>



<p>Esse cenário chama a atenção não apenas do consumidor, mas também das áreas de contencioso, consultoria jurídica e gestão de risco. Quando o beneficiário já possui direito ao tratamento, o fator tempo deixa de ser apenas uma questão operacional e passa a fazer parte da própria obrigação contratual assumida pelo plano de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O atraso também pode caracterizar falha contratual</h2>



<p>O contrato de assistência médica não garante apenas a cobertura teórica de um procedimento. Ele deve assegurar acesso efetivo e adequado ao tratamento no momento em que ele é necessário. Quando a resposta da operadora ultrapassa prazos razoáveis, o serviço deixa de cumprir sua finalidade.</p>



<p>A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece prazos máximos para atendimento e autorização de procedimentos. Nos casos classificados como Procedimentos de Alta Complexidade (PAC), por exemplo, o limite pode chegar a 21 dias úteis, conforme previsto no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da RN nº 465/2021 e suas atualizações.</p>



<p>Na prática, isso significa que nem toda violação acontece através de uma negativa direta. Em muitos casos, o problema surge por meio de sucessivas reanálises, solicitações repetitivas de documentos ou atrasos sem justificativa clínica adequada. Uma operadora que prolonga indefinidamente a análise de um procedimento essencial pode causar ao consumidor prejuízos equivalentes aos de uma recusa formal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a cobertura exige resposta imediata</h2>



<p>Existem situações em que o beneficiário não pode aguardar o fluxo burocrático da operadora. Isso acontece especialmente em cenários de urgência, emergência ou quando o tratamento possui cobertura obrigatória prevista em contrato e regulamentação.</p>



<p>A Lei nº 9.656/1998 estabelece as diretrizes da cobertura assistencial dos planos privados de saúde. O artigo 35-C trata especificamente dos atendimentos relacionados a risco imediato à vida ou lesões que não admitem demora. Nesses casos, qualquer postergação pode comprometer diretamente a utilidade do tratamento e o próprio objetivo do contrato.</p>



<p>Nesse contexto, a discussão deixa de girar apenas em torno da existência do direito e passa a considerar a sua exigibilidade imediata. Se o consumidor já possui cobertura garantida, o atraso injustificado também pode representar descumprimento contratual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A interpretação do Rol da ANS exige atenção</h2>



<p>O debate sobre tratamentos fora do Rol da ANS ainda exige análise criteriosa. Em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ADI 7.265, reforçou o entendimento de que o Rol possui caráter taxativo como regra geral, admitindo exceções apenas em situações específicas e devidamente fundamentadas.</p>



<p>Para que haja obrigatoriedade de cobertura fora do Rol, o STF considera critérios como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>prescrição por profissional habilitado;</li>



<li>comprovação científica da eficácia do tratamento;</li>



<li>ausência de alternativa terapêutica já prevista no Rol;</li>



<li>e, quando necessário, registro na Anvisa.</li>
</ul>



<p></p>



<p>Por isso, as discussões mais sólidas juridicamente tendem a se concentrar nos casos em que o direito à cobertura já está claramente estabelecido, seja por previsão regulatória, inclusão no Rol ou situações de urgência clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medicamentos e tratamentos de cobertura imediata</h2>



<p>O conceito de medicamentos e tratamentos de cobertura imediata se aplica justamente às situações em que o tempo não pode se transformar em barreira ao acesso do paciente. Isso inclui terapias obrigatórias, procedimentos regulados pela ANS e tratamentos cuja eficácia depende de rápida execução.</p>



<p>Sob uma perspectiva estratégica, esse entendimento amplia a análise do problema. A discussão deixa de se limitar a um medicamento específico ou a uma única doença e passa a avaliar padrões de conduta das operadoras diante de direitos já reconhecidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos para o setor corporativo</h2>



<p>No ambiente corporativo, atrasos indevidos também representam riscos relevantes. Além de aumentar o volume de ações judiciais e pedidos de tutela de urgência, a demora pode gerar multas regulatórias, desgaste institucional e impactos financeiros para as operadoras.</p>



<p>Do ponto de vista de compliance e gestão jurídica, o tema exige atenção crescente. Operadoras que descumprem prazos regulatórios ou criam obstáculos incompatíveis com coberturas obrigatórias ampliam significativamente sua exposição a riscos jurídicos e reputacionais.</p>



<p>A saúde suplementar já não enfrenta apenas o problema das negativas diretas. Em muitos casos, a demora excessiva passou a ocupar esse mesmo espaço. Quando o direito do consumidor exige resposta imediata, o atraso também pode representar falha contratual e descumprimento da obrigação assistencial.</p>



<p><em><strong>Fonte:</strong> Medicina S/A.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto prevê cobertura de exames solicitados por nutricionistas pelos planos de saúde</title>
		<link>https://liderans.com.br/projeto-preve-cobertura-de-exames-solicitados-por-nutricionistas-pelos-planos-de-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[pedrojunior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 03:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo sobre Planos de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que determina que operadoras de planos de saúde passem a cobrir exames laboratoriais solicitados por nutricionistas. De acordo com a proposta, a cobertura deverá ser garantida sempre que os exames forem necessários para avaliação e acompanhamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que determina que operadoras de planos de saúde passem a cobrir exames laboratoriais solicitados por nutricionistas.</p>



<p>De acordo com a proposta, a cobertura deverá ser garantida sempre que os exames forem necessários para avaliação e acompanhamento nutricional do paciente, respeitando os limites legais de atuação do profissional. O texto também proíbe a ampliação dessas competências por meio de normas infralegais.</p>



<p>O parecer aprovado foi o substitutivo elaborado pela Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 539/25, de autoria da deputada Clarissa Tércio (PP-PE), com relatoria do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR). A proposta altera a Lei dos Planos de Saúde.</p>



<p>Como o projeto foi analisado em caráter conclusivo, ele poderá seguir diretamente para o Senado Federal, caso não haja recurso para votação no Plenário da Câmara. Para entrar em vigor, o texto ainda precisa ser aprovado pelas duas Casas Legislativas.</p>



<p>Inicialmente, o projeto previa alterações na regulamentação da profissão de nutricionista (Lei 8.234/91). Segundo a autora, a medida busca evitar que operadoras de saúde dificultem ou impeçam a solicitação de exames por profissionais da nutrição.</p>



<p><em><strong>Fonte:</strong> Medicina S/A.</em></p>



<p></p>
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